Detetives agnósticos, leitores demiúrgicos: a questão do saber em O leilão do lote 49 e "Cidade de vidro" release_ip5ixl2v6ffqfgdl55ytsleqqa

by Julio Jeha

Published in Aletria: Revista de Estudos de Literatura by Faculdade de Letras da UFMG.

2010   Volume 20, p127

Abstract

<em>O leilão do lote 49</em>, de Thomas Pynchon, e "Cidade de vidro", de Paul Auster, divergem da ficção de mistério tradicional em termos de personagens, estrutura e estética. Ambos têm detetives incomuns que descobrem mais sobre si próprios e os Estados Unidos do que sobre um crime ou um culpado; ambos negam uma solução final ao oferecerem possibilidades múltiplas; ambos comentam a natureza da ficção de detetives segundo a visão de mundo moderna e a pós-moderna. Essas divergências os caracterizam como histórias de antidetetives, em que uma descoberta da verdade é frustrada.
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Type  article-journal
Stage   published
Date   2010-12-31
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Open Access Publication
In DOAJ
In Keepers Registery
ISSN-L:  1679-3749
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Revision: a781e825-d012-4117-93a2-35720da19a48
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