Educação a Distância na escola: uma experiência formativa com servidores do Colégio Pedro II release_5zckuyclyndp5nalbn72prcubi

by Cristiane Marcelino, Joelma Almeida

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Abstract

RESUMO Este artigo narra a experiência no "Curso de Formação de Tutores em EaD", criado por uma das autoras para docentes e técnicos do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. O principal objetivo da experiência foi a formação de profissionais da Educação interessados na contextualização dos processos de ensino e aprendizagem para além do uso de interfaces digitais, mas na perspectiva da criação colaborativa de dispositivos didáticos interativos. Como questão norteadora pensamos: como contribuir para a expansão responsável da Educação a Distância no Colégio Pedro II, e no contexto de práticas de educação on-line? Palavras Chaves EAD; Moodle; Educação on line 1. Educação a distancia: uma breve introdução Engana-se quem pensa que a EaD (Educação a Distância) é por definição um processo de ensino aprendizagem que faz uso da internet. Historicamente a EAD precede e muito o surgimento da Internet, desde os tempos da 1 Segundo Silva (2012) interatividade é a disponibilização consciente de um mais comunicacional de modo expressivamente complexo, ao mesmo tempo atentando para as interações existentes e promovendo mais e melhores interações-seja entre o usuário e tecnologias digitais ou analógicas, seja nas relações "presenciais" ou "virtuais" entre seres humanos (pg 25). correspondência, cursos via rádio, televisão e via mídias audiovisuais (fitas de vídeo, CDs, DVDs, fitas cassete). Com o advento da cibercultura, ficam ampliadas as possibilidades comunicacionais já que todos podem exercer sua autoria fazendo uso dos inúmeros recursos digitais disponíveis. Para compreender a cibercultura, buscamos inspiração em Levy (1999), Lemos (2004) e Santos (2014): a cultura contemporânea mediada pelas tecnologias digitais em rede caracterizada pelo conjunto de produções culturais e fenômenos sociotécnicos emergentes das relações de coautoria entre seres humanos e artefatos tecnológicos; em que as pessoas estão em constante e potencial processo comunicacional, num sentimento de conexão generalizada instaurado pelas redes digitais. Assim na EaD Clássica ou massiva é dada ênfase à interação com o material didático e não à interatividade. 1 Porém, a mudança de paradigmas relacionados a interatividade, isto é, a um mais comunicacional onde todos exercem sua autoria, dando fim a dicotomia entre o emissor e o receptor independe dos recursos. Portanto é possível afirmar que o professor, praticante cultural 2 fundamental na EaD, imerso na 2 Essa expressão é utilizada por Certeau (2009) para apresentar aqueles que vivem e se envolvem dialogicamente com as práticas do cotidiano. Iremos utilizá-la neste trabalho por concordarmos com o autor, para quem: "[...] o enfoque da cultura começa quando o homem ordinário se torna o narrador, quando define o
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